sábado, 17 de abril de 2010

Guerra do Paraguai - Troféus de Guerra

Em discurso comemorativo aos 140 anos do fim da Guerra do Paraguai, o vice-presidente do país, Federico Franco, afirmou que a “cicatrização do povo paraguaio” só começará depois que o Brasil devolver um suposto arquivo militar e o canhão “Cristão”, hoje em exibição no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro.
“O meu país nunca vai cicatrizar a ferida da epopeia de 1865 a 1870 se o Brasil não devolver o arquivo militar que injustificadamente retém hoje, como também o canhão Cristão, que devem retornar ao Paraguai para que se inicie a cicatrização do nosso povo”, afirmou Franco.
O vice-presidente disse esperar “que essa mensagem chegue ao presidente Lula” para que a devolução seja feita “antes cedo do que tarde”. Para ele, é “incrível” que o Brasil ainda mantenha troféus da guerra.
Franco participou na condição de presidente em exercício de ato na cidade de Cerro Corá, onde o ditador paraguaio Francisco Solano López foi morto por tropas brasileiras, dando fim à guerra. O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, estava no Uruguai, por isso não se pronunciou.
Em exibição no Museu Histórico Nacional, o canhão Cristão recebeu esse nome porque foi construído a partir de sinos de igreja. A arma foi apreendida em fevereiro de 1868, quando o Brasil tomou a fortaleza de Humaitá, no rio Paraguai. Já um arquivo militar provavelmente não existe, garante o historiador Francisco Doratioto, autor do livro Maldita Guerra, um dos estudos mais importantes sobre o período.
Fonte: Jornal do Comércio

No pátio dos canhões no museu, ele se destaca. É uma arma de guerra de 12 toneladas. É "El cristiano". Em português, o cristão. O nome vem do material usado para fabricá-lo: o metal dos sinos das igrejas de Assunção, a capital paraguaia.

Foi a matéria-prima que nosso vizinho encontrou para tentar compensar a falta de armamento pesado no conflito que ficou conhecido como a Guerra do Paraguai. Entre 1864 e 1870, o país enfrentou sozinho Brasil, Argentina e Uruguai.

Segundo historiadores, durante dois anos o canhão ajudou a conter o avanço das tropas brasileiras sobre a capital paraguaia. Para entender por que, basta olhar a placa de aço de 10 centímetros de espessura que fazia parte de um dos navios da nossa Marinha. Ficaram algumas marcas do poder de fogo de “El cristiano”.

O canhão acabou sendo tomado por soldados numa batalha que foi decisiva na derrota paraguaia. Virou troféu de guerra, exposto no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro. E 140 anos depois do fim do conflito, “El cristiano” volta ao centro de uma nova batalha.

Depois de um pedido do governo paraguaio, o Brasil pode devolver o canhão aos verdadeiros donos. Historiadores e técnicos do próprio museu alegam que a peça faz parte de um acervo tombado e que mandá-lo de volta é uma afronta à memória de quem lutou na guerra.

“Nenhum país devolve seus troféus de guerra. Foi o sangue dos brasileiros que o cimentou no solo”, diz o historiador Milton Teixeira.

“Não resta dúvida que é um troféu de guerra. Se devemos manter troféus de guerra entre nações amigas, deve ser discutido”, aponta Carlos Fernando Andrade, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

O Paraguai também quer a devolução de outros troféus, como arquivos militares do país que estão no Brasil. Será que tantos conflitos de interesses vão deixar os envolvidos em pé de guerra?
Apesar dos protestos de técnicos e historiadores, o Ministério da Cultura confirmou que o "El cristiano" será devolvido para o Paraguai, mas ainda não há data para a devolução. O governo estuda uma forma legal de fazer essa transferência, já que é necessário o destombamento do canhão, que só pode ser feito pelo próprio presidente Lula. Até lá ainda deve ter muita discussão.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Macegueiros em noticias






Aniversário do Jonas Carreirinho e vitória do Juliano na prova de rédeas demonstrando habilidade nas lidas campeiras.

O Grupo de Cavalgadas Recanto dos Macegueiros não poderia deixar passa em branco o aniversário do Macegueiro Jonas Carreirinha ocorrido no ultimo sábado dia 10/04 e festejado no dia 10 na sede do CTG Oscar Rodolfo, na estrada do Guerreiro em Três Cachoeiras. A festa estava sensacional, carnes de porco, gado, aves e cabrito muito bem assadas pelo Macegueiro Divaldo e cerveja bem gelada e a vontade. Eu e o Antonio Chaikoviscki com as esposas, representamos e muito bem representamos os Macegueiros no evento.


Aproveitando a oportunidade, parabenizamos o Macegueiro Juliano, filho do Jonas, pela conquista do primeiro lugar na prova de rédeas guri no Rodeio Crioulo da cidade de Praia Grande. Jona e Juliano estarão no XX Rodeio Crioulo Nacional de Arroio do Sal participando das provas de laço e de rédeas. Vamos la gurizada, participando e levando no topo o nome dos Macegueiros

Programação do Rodeio Crioulo Nacional de Arroio do Sal


O Grupo de Cavalgadas Recanto dos Macegueiros sauda todos os participantes desta festa gaúcha o XX Rodeio Crioulo Nacional do CTG Rincão de Estância nessa hospitaleira cidade de Arroio do Sal.
Sejam benvindos.








quarta-feira, 24 de março de 2010

Dicas para Comprar um Crioulo

Dicas para Comprar um Crioulo

Primeiro precisamos pensar que o cavalo é um ser vivo que necessitará de atenção, carinho, boa comida, espaço, exercícios freqüentes, etc. E tudo isto nos custará duas coisas fundamentais: tempo e dinheiro. Mas também nos trará grande satisfação
Se estamos decididos a assumir esta responsabilidade, só precisamos decidir para que queremos o animal: passeio, cavalgada, tiro de laço, criação, entre outras atividades.
Observação em aspecto geral: sem tocar o animal, avaliar inicialmente a cabeça; o olhar deve ser alegre, que não denote sofrimento ou cansaço; olhos brilhantes que demonstrem vivacidade.
Simetria: não pode haver diferenças, tais como um joelho ou canela maior do que o outro. Inchaços ou saliências no lombo ou garupa; joelhos pelados indicam que o animal tropeça; cascos rugosos ou rachados demostram sofrimento de enfermidades anteriores; pêlos brancos no lombo podem identificar lesões ocasionadas por arreios duros.
Após estas observações, se aproxime do cavalo e leve a mão a cabeça lentamente, faça carícias e vá apalpando o animal até chegar no lombo. A partir daí, faça uma certa pressão, deslizando os dedos polegar e indicador no sentido da cruz da garupa. Em caso de dor no lombo, o cavalo acusa uma moléstia local. Já num problema renal mais sério, o eqüino abaixa-se de trás, quando os dedos passam sobre os rins.
Entre 7 e 15 anos de idade o eqüino está na plenitude de sua forma, bem como é justamente neste período em que se pode confiar, a lealdade é latente, conhece o ginete, tem como toda a família - tratador, ginete ou ferreiro - inclusive fazendo parte dela.
Se você busca um animal para montaria, é preciso observar a colocação do freio; pode-se observar se ele nega ou aceita o ferro na boca; se levante em demasia a cabeça ou simplesmente não quer. Se a operação como um todo ocorreu sem maiores dificuldades, isto indica que o animal está habituado aquela situação.
Uma vez encilhado, podemos testar o andar do cavalo, como ele se comporta no momento de montar, andar ao passo, trote e galope, testando o grau de mansidão, cômodo, obediência.
A avaliação dos aprumos também é fundamental, porque problemas desta natureza poderão representar defeitos que vão incidir na propulsão e sustenção. Peça para alguém cabrestear o animal em sua direção e o observe de frente, os posteriores e anteriores devem estar alinhados. Faça o mesmo para observar o cavalo de trás, pedindo que alguém o leve na direção contrária à sua.
Estas são apenas algumas dicas para lhe ajudar no momento de aquisição de um cavalo, quando se trata de uma compra para qualquer tipo de competição, morfológica ou funcional ou ainda para a criação, muitos outros aspectos precisam ser analisados.

Fonte : Cabanha Tche Piá

Cavalo Crioulo - Carateristicas da raça


Características da Raça


Altura

1,38 à 1,50 m (máximo de 1,50 m e mínimo de 1,38 para as éguas e 1,40 para os machos.

Estrutura

Mediana, morfologia harmoniosa e corpo potente.

Pelagem

Crinas largas e espessas,

Cabeça

curta, ampla na base e fina na ponta; maxilares fortes, bem desenvolvidos, ganachas bem afastadas; crânio amplo e cara curta; fronte larga, bem desenvolvida,com chanfro curto e largo, perfil reto ou ligeiramente convexo; orelhas pequenas móveis bem afastadas na base; olhos expressivos.

Pescoço

bem unido à cabeça por uma larga e limpa garganta; no bordo superior ligeiramente convexo, com abundantes e grossas crinas, quase reto em sua linha inferior; amplo, forte, musculoso com inserção harmônica ao torax; mediano de comprimento.

Dorso

mediano, bem unido à cernelha, com boa cobertura muscular, que lhe permita manter estável o arreamento.

Lombo

(região dos rins): musculoso, unindo suavemente o dorso à garupa, sem ser saliente.

Garupa

de mediano comprimento e largura. musculosa, forte, bem desenvolvida, levemente inclinada.

Cola

com inserção dando uma perfeita continuidade a linha superior da garupa. Sabugo curto e grosso, com crinas grossas e abundantes.

Peito

amplo, largo, profundo e fortemente musculado; encontros bem separados.

Tórax

com bom desenvolvimento, costelas bem arqueadas, denotando uma boa capacidade respiratória.

Ventre

cilíndrico, sub-convexo, com razoável volume, perfeitamente unido ao tórax e ao flanco.

Flanco

curto, cheio, unindo harmonicamente o ventre ao posterior.

Paletas

comprimento mediano, ligeiramente inclinadas e fortemente musculadas, caracterizando encontros bem separados.

Braços e Cotovelos

fortemente musculosos: braços devidamente inclinados com os cotovelos, bem afastados do peito.

Ante-braços

musculosos, bem aprumados, afinando-se até o joelho.

Joelhos

fortes e nítidos.

Canelas

curtas, com tendões fortes e bem definidos; bem aprumadas.

Quartelas

de comprimento médio, fortes, espessas, nitidas e medianamente inclinadas.

Cascos

de volume proporcional ao corpo, duros, densos, sólidos, aprumados e negros de preferência.

Garrões

amplos, largos, fortes, secos, paralelos ao plano mediano do corpo; ângulo anterior do garrão medianamente aberto.

Peso

oscilará entre 400 (quatrocentos) e 450 (quatrocentos e cinquenta) quilos.



Pelagem

Confira algumas especificações de pelagens:

Baia

É a pelagem creme amarelada, com brilho e muitos matizes diferentes sobre a original. Se diz que tem a cor do trigo maduro.

Colorada

Pelagem de capa e pelos vermelhos , podendo ter um pouco de matiz amarelo e alguns pelos pretos.

Gateada

Capa com predominância do amarelo, com tonalidade mais escura que o baio. O gateado típico apresenta uma linha escura que vai da cernelha à garupa. Pelagem com muitas variações.

Lobuna

Variação do gateado, com o pigmento preto modificando a cor do pelo pardo amarelado para o cinza chumbo do lobuno. Também apresenta uma linha escura da cernelha até a cola.

Moura

Pelagem de capa preta com difusão de pelos brancos , deve ter a cabeça, patas, crinas e cola negras, mostrando sua base preta.

Oveira

Pelagem básica com manchas brancas assimétricas, espalhadas por todo o corpo do animal

Picaça

Pelagem de base preta com partes significativas de branco, isto é, mancha branca na cabeça e, no mínimo, uma das patas também branca

Preta

Pelagem toda preta, com pele e pelos pretos, podendo ter pequena estrela na cabeça.

Rosilha

Pelagem de capa avermelhada com mistura de pelos brancos, disseminados sem condensar-se em nenhuma mancha específica.

Tobiana

Qualquer pelagem que tenha manchas completamente brancas, pele e pelos brancos, de diferentes formatos e bordas bem definidas.

Tordilha

Pelagem entremeada de pelos brancos e pretos que com o passar do tempo tende a embranquecer. Diferente do mouro, tem pelos brancos na cola, patas, crinas e cabeça.

Tostada

Pelagem um pouco mais escura que a alazã, amarelo muito escuro, puxando para o vermelho, ou a cor do café torrado.Sem mistura de pelos pretos.

Zaina

Pelagem marrom avermelhada escura, ou tostada com entremeios de pelos pretos.


Cavalo Crioulo

O Cavalo Crioulo

O cavalo crioulo da América Latina é o descente direto dos cavalos importados do Novo Mundo, desde Cristóvão Colombo, pelos conquistadores espanhóis durante o século XVI, mais particularmente por Don Pedro de Mendoza, fundador da Vila de Buenos Aires em 1535.

Um grande número destes cavalos de guerra fugiu ou foram abandonados para se tornarem, rapidamente, em cavalos selvagens, num ambiente ideal para o seu desenvolvimento. São os cavalos espanhóis (particularmente os Andalusos), portugueses e árabes que transmitiram seu sangue e suas principais características morfológicas da raça crioula.

Durante quatro séculos, a raça crioula se adaptara ao meio ambiente das grandes planícies sul americanas para sofrer uma severa seleção natural. Esta adaptação às condições de vida do meio ambiente, permitiu o desenvolvimento de sua grande qualidade, a resistência às enfermidades e a sobrevivência.

No início os índios, mais tarde os gaúchos, fizeram do crioulo o seu meio de transporte, seu companheiro de caça ou de trabalho e seu camarada de lazer. Desde então, o crioulo passou a ser o cavalo do gaúcho para o seu trabalho e o seu sustento.

Sua resistência fez o orgulho dos criadores que organizavam provas com distâncias de 750 quilometros, que tinham que ser percorridas em quatorze dias. Os cavalos eram pesadamente carregados (110 quilos para o ginete e sua sela) e tinham que alimentar-se unicamente com o pasto encontrado na região percorrida. O animal vencedor era aquele que terminava a prova sem ter sido parado pelos juízes ou veterinários, ter levemente emagrecido, porém ter permanecido fogoso como no dia da partida.

No final do século XIX, a introdução de machos europeus ou da América do Norte degenerou a raça. Uma seleção rigorosa, feita por alguns criadores apaixonados, permitiu a reconstituição da raça que foi admitida no “stud-book” argentino, em 1918.

Hoje, em quase todos os países da América do Sul, as raças descentes do crioulo são criadas e protegidas.

O Cavalo Crioulo no Brasil

O berço do cavalo Crioulo é o sul do Brasil, fronteira com o Uruguai e, são criados na região do Rio Grande do Sul.

É uma variedade da raça crioula da América latina. Como os outros cavalos deste continente, ele é produto da mistura de raças de origem africana (cavalo árabe primitivo) e européia.

Para o cavalo crioulo do Brasil, as duas origens étnicas são equilibradas. Herdou do cavalo árabe sua altura que raras vezes ultrapassa 1,50 m, sua cabeça é de corte triangular, seu perfil ligeiramente convexo e reto, suas orelhas curtas e bem separadas, sua garupa pouco inclinada e seu caráter ativo. Do seu antepassado europeu, herdou sua crina abundante, seu aspecto pequeno, porém forte e sua tranqüilidade.

Sua descendência árabe é bem marcante.

segunda-feira, 22 de março de 2010

América do Sul foi conquistada a cavalo por ANTONIO BEORCHIA NIGRIS

América do Sul foi conquistada a cavalo


por ANTONIO BEORCHIA NIGRIS [Photo] 500 anos América do Sul foi conquistada a cavalo por um punhado de intrépidos homens espanhol do projecto de capacete e espada ao seu lado, os pilotos audazes, conquistadores lendária, os donos de uma coragem e uma ousadia raramente vista na história humana .


Nós não pretendemos aqui para julgar se essas Hidalgo épico foi justo ou se foi uma sujeição às nações americanas no momento.


É um assunto que vem em nossa opinião. [Photo] Tambo Inca Valerian - Rio de Las Taguas, o fluxo de Los Tambos a 3.500m, Departamento Igreja, San Juan - Argentina Nós apenas dizer que os cavaleiros eram verdadeiros guerreiros. Dizemos também que os 180 soldados com 40 cavalos sob o comando de avanço Don Francisco Pizarro, foram os primeiros americanos não viagem para a rede de estradas fabulosas Inca, em Cajamarca à cidade imperial de Cuzco (Peru), no ano da graça de 1534. Depois, em 1535/36 o caolho Don Diego de Almagro, chamada "El Viejo" - à frente dos territórios do sul do Peru - Inca Roads caiu até Tucuman, cruzou a Cordilheira dos Andes ao sul da atual etapa de San Francisco, atingiu a idade copayapu dos Incas (Copiapo), e finalmente de volta a Cuzco e, atravessando o deserto de Atacama mortal, em que homens e cavalos cruzando as cascas disputado encontrado ao lado da estrada. "Eles dividiram com cascas de 30 cavalos por dia", escreveu um cronista contemporâneo.


Exaltamos para a bravura dos pilotos latino-americanos, mas especialmente a força indomável de seus cavalos. Hoje em dia ainda existem partes do sistema viário do Inca, no Chile, Argentina, Bolívia, Peru, ao mesmo Quito (Quito, Equador), esperando para ser percorrido a cavalo por aqueles que gostam de aventuras e reedições históricas, têm a coragem para o fazer. [Photo] Camino del Inca no departamento da Igreja, San Juan, duas horas da cidade de Colangüil - Argentina


HISTÓRICO SOBRE "Trilha Inca",


a visão geral do assunto "A rede vasta e intrincada teia de estradas que os incas tendiam pelo Banco Central do Andes, é um fenômeno dizendo que nos ajuda a desvendar a natureza complexa e multifacetada da sua conquista, através do conhecimento daquilo que foi a espinha dorsal do sistema de Inka" ( 1) Cerca de 1470 os exércitos do Inca penetrou em vigor as atuais províncias argentinas de Jujuy, Salta, Catamarca, Tucumán, La Rioja, San Juan e Mendoza passou durante o seu avanço dos grupos indígenas em cada área, uma mitimaes mudou-se para outra região para garantir a paz, construiu uma vasta rede de estradas, que marcou com cidades fortificadas (Pukara), com propostas para a prestação dos viajantes (Tampu), pontes, uma grande rede de templos sobre os picos nevados dos Andes, e outras estruturas associadas a civilização avançada. Os cronistas espanhóis mais famosos (Garcilaso de la Vega, Cristóbal de Albornoz, Pedro Cieza de Leon, o mesmo cronista Inca Huaman Poma de Ayala, etc.) Exaltando a magnificência das estradas existentes em todo o vasto império conhecido do Tawantinsuyu, que descende de Quito para Uspallata na Argentina e no sul Maule Rio de Santiago, Chile.


pontes Sua suspensão feita de vinhas, segurando a passagem dos cavalos, a famosa ponte suspensa sobre o rio Urubamba (Peru), durou vários séculos, ainda estava em uso há um século (Squier). "Caminos del Inca" - escreveu Strube - não uma frase inventada pelos conquistadores, ou crioulos, e os índios, mas a realidade das rotas que foram ensinados pelos companheiros do damascos cedo espanhol, velhas formas e descritas pelos soldados primeira (provas de mérito e serviços). Remanescentes ainda existem em todos os países andinos, para um estudo detalhado. Foram investigados no século passado (o século) para os viajantes ilustres, como Humboldt, von Tschudi, Markham, Hutchinson, Squier, Wiener, Raimondi, etc .. "(2) [Photo] Cerimonial plataformas junto à Laguna Brava, La Rioja Porvince 4.200m do nível do mar. Isso foi em uma filial da Trilha Inca para o Jagüe uenia atual com o Pacífico. Grandes obras como a cidadela dos céus de Aconquija construído em 4.200 metros de altura com vista para a planície tucumana para fins astronômicos, mineração e complexo cerimonial do Extensis La Huerta de Humahuaca Lamar Pass ou de San Juan, o Tampu muitos conhecida, o mesmo bem preservados secções das estradas Inca (por exemplo, a estrada de pista dupla da cidade de Las Gredas de bacon em toda a sela para Vinchina, na província de La Rioja), etc. formam um patrimônio cultural, cuja protecção adequada, através de legislação, é adiado. Deve também considerar um item intimamente relacionado com o Inca estradas da Argentina: referimo-nos à extensa rede de santuários Inca localizada na montanha mais famosa Andina (3), com suas estruturas de cume, vias de acesso, múmias, etc. São muito famosos por exemplo, os resultados de Vn. Llullaillaco, o Chañi Nevada, The Co. Toro, do Aconcágua, o Nevada Quehuar, para citar os mais conhecidos. Portanto, proteger e preservar o patrimônio cultural representado pelas estradas Inca na Argentina, com toda a sua infra-estrutura e rede de refúgios de montanha anexado não deve ser reduzida a um desejo, mas considerado uma emergência urgentes destinadas a preservar o nosso património e patrimônio cultural. [Photo] Lipez Sur (Bolívia) - Indian Temple para abrir (4.600m acima do mar) entre Caquella (5947m) e as colinas Chuhuilla e Chulluncai.


(1) são conceitos do Dr. Rodolfo A. Raffino em: LOS INCAS do Kollasuyu -


Americana Ramos Editora - La Plata, 1982, pag. 201 (2) Discurso do Dr. Leon Strube Erdmann, SVD escrito em 1963 para o prefácio de sua obra: VIALIDAD IMPERIAL dos Incas - Universidade Nacional de Córdoba - Faculdade de Artes e Humanidades - Série Histórica No. XXXIII (3) Para mais informações, consulte os volumes 5 e 6 do Centro de Investigação de Arqueologia de Alta Montanha (CIADAM), actualmente no Líbano Rep. 2621, (Oeste), San Juan. REFERÊNCIAS



"Eu tinha na época dos Incas, um feito à mão estrada e as forças de homens que deixaram a cidade (Quito) e chegou a Cuzco, a partir do qual fluía o outro grande e orgulhoso como ele estava indo para da província do Chile, que é de Quito ao longo de doze léguas, onde as estradas tinham três e quatro ligas muito elegante e bonita quartos ou palácios dos senhores e muito ricamente vestidos. Você pode comparar esse caminho para as estradas que romanos, em Espanha chamamos a estrada de prata.


"Pedro Cieza de Leon: The Chronicle of PERU - Ediciones Peisa - Lima - cap. XL, pag. 111. "A estrada costeira iniciado a partir de Tumbes e ao longo da costa, indo para Arequipa e Chile. O percurso começou em Highland Ancasmayo do rio, perto da fronteira com a Colômbia e sobre a Cuzco AYAVIRE continuou até então, onde bifurca em dois ramos em torno do lago Titicaca, foi, então, a sudeste de San Miguel de Tucumán (Argentina) . A partir deste ponto quebrou um galho que atravessou para chegar a Santiago Coquimbo. Outro ramo foi para Mendoza Tucumán. Outras estradas ligado a Cuzco e Arequipa Nazca.


"Nas montanhas tinham uma largura de um metro, com parcelas pavimentadas e escalonados. Sempre que possível, seguiu a linha reta. Havia túneis, pontes, calçadas e muros. Nos desertos de areia que consistem em linhas de postes de marcação do percurso. Nas aldeias havia árvores de sombra, com paredes nas laterais.


"J. Alden Mason: as culturas antigas DO PERU, pag. 157 [Photo] Trilha Inca para Machu Picchu em Cuzco, passando sobre a floresta tropical. Neste trecho de estrada é asfaltada e calçados. "Se nós podemos ainda ver os restos destas rotas é porque o drywall, cuja garagem era feito no planalto com uma mistura de argila, seixos e folhas de milho, tem resistido ao teste do tempo magnificamente. Mais surpreendente ainda para nós é a justaposição de vários caminhos paralelos nas planícies perto das cidades, como foi frequentemente anfitriões, por exemplo, perto Vilcas, oeste posição chave de Cuzco. Estes testes indicam que estas vias foram estratégicas e administrativas. Aqueles que andaram foram mais do que ninguém as tropas, os inspectores visitaram o posto, os funcionários estavam indo fazer o seu relatório, ou mais ... Mais raramente o mitimae viagem Inca em deslocamento, os índios que iam em peregrinação a mercados próximos ao seu local de residência.


"Louis Baudin: a vida diária nos tempos dos incas ÚLTIMA, Buenos Aires 1976, pag. 131 "A arquitetura da estrada Incas ainda é motivo de admiração para as pessoas, cientistas e leigos, percorrer suas trilhas de Quito para os confins do sul Uspallata e Maipo. Embora esta rede varia consideravelmente em seus aspectos estruturais entre os dois setores do site, não há dúvida de que existem semelhanças em sua construção inalterada. Primeiro o caminho estava um princípio básico da praticidade na função tráfego de pedestres de homens e animais. Esta se manifesta na tendência para uma direção reta, em busca da menor distância entre dois pontos, evitando desvios desnecessários. Dentro dos Andes centrais, a infra-estrutura de transporte mais sofisticados, através da construção de pontes fixas e pingentes, etapas, trilhos e vaus cabos, foram motivados por este princípio.


"Rodolfo A. Raffino: LOS INCAS do Kollasuyu ... Americana Ramos Editora - La Plata 1982, pag. 201-202


estrada Inca, Tambo e alta santuários altitude NA ARGENTINA [Photo] Trilha Inca para Machu Picchu. Escadas de pedra.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA Anais de Arqueologia e Etnologia: Univ Nacional de Cuyo - Faculdade


de Artes - VOLUME XXI - Ano 1966 - (Vários autores -


197 pp.) Beorchia Nigris Antonio: O Enigma de Santuários de


HIGH MOUNTAIN - CIADAM, Volume 5, 1985 -


San Juan - (415 pp.) Eduardo Casanova: MOUNTAIN VIOLET HILL arqueológicos,


DEPARTAMENTO Iruya, Prov. DE


Faculdade SALTA de Artes da Universidade de Buenos Aff


Museu Etnográfico Notes No. 3 - Ano 1930 (pp 40). Constanza Ceruti - SACRED CÚPULAS da Northwestern ARGENTINA


Eudeba - Universidad de Buenos Aires, setembro 1999 - (205 pp.) Comechingonia: O Império Inca - ANO 4 - N º ESPECIAL - julho 1985 -


dezembro 1986 - Córdoba (Vários autores - 324 pp.) Salvador Debenedetti: INVESTIGAÇÃO arqueológico no


PREANDINO VALES - Talleres Gráficos do Ministério da


Agricul-tura da Nação - 1917 (p. 184). Raffino Rodolfo A.: - Inkas do Kollasuyu - Americana Ramos Editora


La Plata - Março de 1982 - (301 pp.) - INKA - arqueologia, história e planejamento da


Andes - Ediciones Corregidor, 1993 -


Avellaneda - (318 pp.) Johan Reinhard - Constanza Ceruti: pesquisa arqueológica. Em VN. Llullaillaco


Univ Católica de Salta - ano 2000 (p. 217). JORNAL DA CIADAM - Volume 6 - Anos 1987-1999 - San Juan


(Autores Diversos - 326 pp.) Schobinger Juan: - CERRO The Mummy's EL TORO - suplemento do volume XXI


da Annals of Archaeological. e etnologia. UNC - Mendoza 1966


(Co - 320 pp.) - SANTUÁRIO DE ACONCAGUA INCA -


Univ Nac.de Cuyo (Co) Mendoza 2001 (p. 453).


Leon Strube Erdmann - VIALIDAD IMPERIAL dos Incas - Univ Nac


Cordoba - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - Série


História, n º XXXIII - Ano 1963 (pp 113 .)



- A Rota de Don Diego de Almagro, em SUA


EXPLORAÇÃO viagem ao Chile - Revista de la Univ


Nac Cordoba - "Tributo ao Rev. Dr. Paul Jubileu


Cabrera - Especial - 1958 - pags.267 293 Christian Vitry - contribuições para o estudo do INCA ESTRADAS -


TRANCHE MOROHUASI-Incahuasi - Universidad Nacional de


Professores Salta de Humanidades - GOFICA Editor, outubro 2.000 (p. 250) - O Nevado de Cachi - 2a edição ampliada e corrigida


GOFICA Editor - Salta 2000 (128 pp.) [Photo] Machu Picchu vista da Porta do Sol (Inti Puncu). No ramo esntre Ollantaytambo Trilha Inca e da cidade de Macchu Picchu

Original em espanhol - foi traduzido automaticamente pelo google