segunda-feira, 16 de maio de 2011

Alambrado do Tempo de Lisandro Amaral

terça-feira, 3 de maio de 2011
Alambrado do Tempo





Alambrado do Tempo

No interminável caminho a ser descrito pelos passos do andante, que ainda observa, e pensativo imagina...  encontro-me a cavalo mais uma vez.
Duas éguas: a gateada Chacarera e a rosilha Union, sustentam e conduzem, cada qual com sua história, minha vida de determinado cavaleiro, na infinita fusão gaúcho/cavalo/estrada e pensamento!
Na quinta-feira, 28 deste lindo mês de maio, eram sete horas do amanhecer quando eu já cruzava o povoadito de SÃO MARTIM, região norte da cidade de Bagé.
Havia pousado no estabelecimento do amigo Claudio Falcão de Azevedo, que gentilmente concedeu-me uma semana de pastoreio para as já citadas companheiras de estrada. Rumava para o consagrado CTG 93, que dali, distava uns 18 km, e seria palco, a partir da tarde, de uma festa campeira em comemoração ao dia do trabalhador, neste caso o rural.
O povoado acordava calmamente...  misturando aromas de fogão a lenha, com os diversos cheiros do gado tambeiro e do bicharedo, das muitas chacrinhas que amanheciam no meu rincão.
Eu, de a cavalo e obviamente feliz, eles... habitantes dali, bocejavam mais um dia, mastigado de pobreza, no incerto da sobrevivência dos que têm pouco, e muitas vezes não raciocinam  por qual motivo lhes foi reservado o amanhecer do pouco para o anoitecer do nada...
"Trotiei" mais forte, com ganas de galopear... e tive que sujeitar e ordenar o tranco a rosilha, pois avistei na minha esquerda, já no chamado corredor da produção,  deixando pra trás a coxilha do fogo, um ranchito  muito pobre, cercado por restos de arames, apoiados na linha do alambrado real do corredor que lhe aceitara como vizinho. Feito a garcinha campeira que aguarda as sobras e belisca insetos nos vestígios do universo animal do dia-a-dia do sobreviver. Ali estava e está mais um ranchito por fora e tapera por dentro.
Era o gaúcho sem nome, o negro velho que acenou minha cruzada... não sabia ele, que eu feito a garça, vivo das façanhas campo a fora que ele deixou ...  ou foi obrigado a deixar...
Senti vergonha e orgulho...  indignação e vontade de reagir. Mas como? Se o reflexo de gerações e gerações da desigualdade social e abandono ao operário rural, que ao se sentir bicho, abre as asas da liberdade e salta para o abismo do nada. Começa a queda livre do mundo real. Presa fácil, consumida e ruminada no corredor verídico do incapaz, pois forçado a extrair-se do seu meio, perde o poder máximo das mãos. E quando lhes decepam a principal força que adquire quando: embuçá-la, estriva-se e monta... GIGANTESCO FRUTO no galho mais alto da árvore campestre que pariu estâncias, progrediu famílias e alicerçou sonhos de muitos e aguçou a ganância de tantos...
 O gaúcho sem nome e sem asas, que juntou tropilhas gordas e adelgaçadas, para as fainas brutas que revitalizam o âmago do filho do campo...  que sempre “quis os campos da estância, mas muito mais que o patrão”, veste a pilcha do despachado, perfeitamente previsto nos versos de Aureliano de Figueiredo Pinto, e morre aos poucos na soga atada ao alambrado do tempo.
Quem nasceu pra ser matungo...
Basteriado, geme ao tranco!!!
Casco quebrado da pedra
Acostumou-se a ser manco.

Com estes fragmento da Milonga Feito Alpargata, deixo para o reflexo do leitor, todo o universo que envolve esse singelo texto, preso ao imenso contexto que liga o peão "campero", desde a formação do tipo físico desenvolvido no ambiente selvagem da Pampa virgem, ao fugitivo que esconde-se de si e de todos, costeando os vilarejos, feito os cuscos de ninhadas não programadas pelo dono da cadela.

Quem nasceu para ser "perro"  
"cimarón" cresce e caminha
Pelo ouriçado de de tempo
Com cicatrizes da rinha...
                                                        Bom dia.


                                                                                                Lisandro Amaral
                                                                                               3 de Maio de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

Gauchos e Cavalos na visão de > Juremir Machado da Silva Letra ANO 116 Nº 198 - PORTO ALEGRE, SÁBADO, 16 DE ABRIL DE 2011

Gaúchos e cavalos

Nada como uma boa provocação para fechar uma semana: esses nossos gauchões nunca entenderam coisa alguma de cavalos. Sempre fizeram pose. Tudo conversa fiada. Nunca entraram na "alma" dos bichos. Nem eles nem os caubóis americanos. É o único consolo que lhes resta. Passaram séculos convivendo com os cavalos e jamais entenderam um centavo da psicologia dos animais. Que incompetência. Que falta de capacidade de observação. Que ausência de intimidade com suas montarias e amizades. Foi preciso que um fazendeiro dos Estados Unidos viesse dar-lhes algumas lições, mostrar-lhes que o cavalo é presa, não predador.

Nossos gaúchos, sempre tão orgulhosos do seus conhecimentos sobre cavalos, nunca foram, por conta própria, além da doma na porrada. Jamais perceberam que o animal podia ser adestrado facilmente com inteligência por quem realmente chegasse a conhecer-lhe a psicologia. Gastavam semanas ferindo os cavalos, batendo, correndo, massacrando e amarrando. Entortavam alguns para sempre. Na verdade, sentiam prazer em bater nos bichos, aquela perversidade típica do macho agressivo. A maneira que tinham de lidar com os cavalos nunca passou de grossura. Aí veio esse senhor chamado Marvin Earl Roberts, conhecido por Monty Roberts, admirado por meu vizinho cavalariano, e criou a doma racional, perfeita e gentil. Provou que dá para adestrar um cavalo em 40 minutos. Sem uma paulada, sem um gesto de barbárie, sem maldades, fazendo-o correr num círculo e ganhando-lhe a confiança.

Que vexame para os caubóis americanos e para os nossos gauchões. Dormiram com os cavalos vidas inteiras e nunca perceberam o que eles sentiam, como eles reagiam a determinadas palavras e gestos. Monty Roberts faz um cavalo "aporreado", bagual que nunca se amansa na paulada, baixar a cabeça, botar a língua para fora e segui-lo como um cachorrinho em meia hora. Nossos gauchões nunca entenderam de cavalo nem de mulher. Achavam que o certo e o bom era tratar ambos na força bruta e trazê-los na rédea curta. Roberts faz o cavalo segui-lo sem qualquer corda, magnetizado. Sim, sei, tudo isso é muito velho. Sim, imagino, existem outros que também ajudaram a descobrir ou a praticar a doma racional. Sim, claro, aceitarei suas explicações. Mas serei categórico: nunca conseguiram encantar os cavalos.

É a prova de que convivência não é sinônimo de conhecimento. Tem gaúcho por aí com saudades da doma tradicional, tão lúdica para quem gosta de selvageria, ou que ainda a pratica por gosto pela violência esportiva. Eu esperava mais dos gaúchos. Esperava que tivessem descoberto a doma racional, que tivessem penetrado antes de todo mundo na psicologia dos cavalos, que tivessem desvendado o mistério do diálogo com esses animais baseado em palavras como carinho, amor e confiança. Definitivamente, peço mil desculpas, mas nossos gauchões tão gabolas e brutos nunca entenderam nada de cavalos. Deve ser por isso que ainda gostam de exauri-los e até matá-los em caminhadas inúteis por serras e litorais.

Juremir Machado da Silva | juremir@correiodopovo.com.br

O Juremir é inteligente, descreve as suas ideias com facilidade, concordo com ele em abolirmos a doma tradicional e no Rio Grande estão sendo realizados varios cursos de doma Racional. O  gaúcho adora o seu parceiro e são poucos (graças a Deus) os que tratam de maneira agressiva os seus cavalos, hoje a maioria só falta leva-los pra comer a mesa e dormir na mesma cama. O Cavalo sempre foi um animal para o trabalho, cavalgadas é lazer e não trabalho, sacrificio é utiliza-los em "esportes" como o Polo, Equitação e Turfe.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Macegueiros na Cavalgada do Mar 2011

O Grupo de Cavalgadas Recanto dos Macegueiros e Grupo de Cavalgadas do Santo Anjo de Tres Cachoeira participaram da Cavalgada do Mar 2011 e aproveitaram a oportunidade para fazer uma homenagem ao Macegueiro Patrique que se encontra enfermo e temporariamente impossibilitado de cavalgar por prescrição médica. Os amigos do Patrique
percorreram a primeira etapa, Torres até a cidade de Arroio do Sal.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Churrasco no couro
O churrasco no couro é o mais raro e tradicional de todos assados. Apenas um apanhado de pessoas ainda mantém esta tradição centenária viva.


José Silveira faz todo o processo de abate,
limpeza e cozimento do gado sozinho.
O churrasco no couro, ou "asado en el cuero", em espanhol, é possivelmente o mais tradicional e antigo tipo de churrasco do gaúcho sul-americano. Após os conflitos entre europeus e indígenas no pampa, um grande número de cabeças de gado foram deixadas soltas a pastar pelas vastas planícias. As vacarias sugrigam e o gado se tornou importante fonte de alimento para o gaúcho.


Silveira aperfeiçoou a técnica ao
adicionar duas grelhas, uma sobre e outra sob a vaca.
O gaúcho é uma mistura de europeus, negros e indígenas, de acordo com Dr. José Fachel, da Universidade Federal de Pelotas. Com a dizimação de muitas tribos, estes gaúchos se tornaram nômades fora-da-lei. As vacas espalhadas por tudo era um alvo fácil e excelente fonte de proteínda. Uma lenda urbana conta que o Rio Grande do Sul agüentou por tanto tempo as investidas do Império Brasileiro durante a Guerra dos Farrapos por que conseguiam sobreviver com uma dieta feita quase 100% de carne enquanto os soldados imperialistas tinha que carregar pesados mantimentos.

O churrasco no couro consiste em assar a vaca inteira utilizando o próprio couro como meio de cozimento. Todos os fluidos, como gordura derretida, sangue e água são retidos pelo couro e fervem, deixando a carne bem macia e com um sabor característico. O asador uruguaio José Silveira diz que, de acordo com uma lenda, o índio, muito matreiro na época, estava sempre na disparada, portanto assavam a vaca no couro para que se encontrassem-se em perigo, enrolariam o animal na própria pele e a levavam no cavalo.

Hoje este tipo de assado é uma arte que está morrendo. Existem muitas razões para tal. Silveira é provavelmente uma das últimas poucas pessoas a manter a tradição viva. A razão mais óbvia é a dificuldade de fazer o serviço. Silveira faz tudo sozinho. Ele escolhe o animal de acordo com o número de pessoas a serem sevidas e também pela qualidade de vida do animal, fato muito importante e determinante no sabor da carne. Outro problema são as leis sanitárias. No Brasil é muito difícil cozinha uma vaca desta forma, diz Silveira. Primeiro por causa da proibição das armas de fogo, e segundo porque a não ser que a vaca seja cozida no local do abate, não dá para assar. Não é possível simplesmente colocar a vaca aberta na traseira de uma caminhonete e levá-la para qualquer lugar, ele conta. No Uruguai as leis são mais brandas, então é lá que ele mais trabalha, normalmente perto da fronteira com o Brasil, para os brasileiros também participarem.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dicas para a Cavalgada do Mar 2011

Informações da Fundação Cultural Cavalgada do Mar

A Cavalgada do Mar

Dicas para sua cavalgada:

Antes da cavalgada ...

Os passos que antecedem uma cavalgada irão determinar o sucesso ou o insucesso da mesma. Uma avaliação da condição corporal do animal e do seu estado de saúde pode garantir uma cavalgada prazerosa e segura. Além disso, uma preparação física correta pode garantir um menor desgaste físico e a redução dos riscos de acidentes graves por esforço excessivo.

Uma consulta prévia com um médico veterinário pode determinar a condição corporal de um animal. Animais com sobrepeso e obesos sofrem com o calor e com as distâncias percorridas, estando sujeitos a problemas musculares graves, que muitas vezes os levam a incapacidade física, por outro lado, animais magros e caquéticos podem sofrer por falta de energia acumulada, correndo o risco de morte por inanição. A avaliação do estado de saúde do animal é tão importante quanto a avaliação corporal. Muitas doenças que não percebemos podem ser debilitantes durante uma cavalgada que, por si só, exige da condição física e sanitária. Portanto, exames que avaliam a saúde do animal (hemograma, sorológico para leptospirose e babesiose e etc.) podem evitar sacrifícios desnecessários de animais doentes.

Um animal, mesmo sadio, sem uma preparação física adequada pode, durante uma cavalgada, apresentar intolerância ao exercício (estafa) o que o impediria de completar o trajeto. O que, além da frustração do lazer, acarretaria em perda de tempo e de investimento financeiro. Por isso, preconizamos um trabalho específico para a realização da cavalgada (veja o quadro abaixo), com atividades diárias visando o fortalecimento do aparelho locomotor e desenvolvendo a capacidade respiratória.

A preparação prévia determinará o sucesso de uma cavalgada e, neste caso, a opinião especializada de um médico veterinário, sobre as condições físicas e sanitárias de seu cavalo, é de fundamental importância.


Durante a cavalgada ...

Durante a cavalgada devemos observar certos detalhes que, por mais óbvios que sejam, não devemos despreza-los, porque, necessariamente, serão a garantia da integridade física do nosso animal. São estes a seguir:

O alimento sólido deve ser oferecido 2 horas antes do início da cavalgada e 3 horas após o seu término, diminuindo o risco de cólicas;

Revisar as encilhas, principalmente os xergões e mantas, para evitar qualquer material estranho que possa ferir o lombo do animal;

Revisar a embocadura (freio) afim de evitar lesões na boca de seu animal, deixando sempre a barbela justa, porém não apertada;

Evitar paradas desnecessárias, contribuindo com o fluxo constante da cavalgada, evitando, assim, grandes distanciamentos;

Nunca exigir um esforço físico do seu cavalo acima do necessário, evitando assim a estafa do mesmo;

Respeitar as paradas de descanso. Durante as quais deve-se afrouxar as encilhas, revisa-las e oferecer água de forma moderada (4 a 5 litros) para não ultrapassar a capacidade do estômago;

Ao final do percurso deve-se desencilhar o animal, leva-lo para pastar (pastorear) e despojar-se do suor (rebolcar). Oferecer água 30 minutos após a chegada, quando as frequências cardíaca e respiratória estarão próximas às normais;

Escolher detalhadamente os locais de descanso do seu cavalo, evitando acidentes com cordas, cercas e outros animais. É no momento de repouso que ocorre a maioria dos acidentes;

Revise seu animal periodicamente, garantindo o fornecimento de água limpa e fresca.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Programação da Cavalgada do Mar 2011

A Cavalgada do Mar

Percurso

A Cavalgada do Mar ocorre no Litoral Norte Gaúcho e percorre os municípios de Torres, Arroio do Sal, Capão da Canoa, Xangrilá, Imbé, Tramandaí, Cidreira e Palmares do Sul. A cada ano o trajeto é feito num sentido: de Torres a Palmares do Sul ou vice-versa. As paradas são feitas em Torres, Arroio do Sal, Capão da Canoa, Imbé, Tramandaí, Cidreira e Palmares do Sul.

Venha participar conosco desta emoção!



Visualize o mapa do percurso










Percurso e cronograma da 27ª edição:

Dia 18/02 (sexta-feira)
Todo dia: Credenciamento e acampamento no Parque de Balonismo

Dia 19/02 (sábado)
7h: Saída para Arroio do Sal (CTG Rincão da Estância)
21h: Show Baile

Dia 20/02 (domingo)
7h: Saída para Capão da Canoa (CTG João Sobrinho)
17h às 20hs: Torneio de Truco
21h: Show Baile

21/02 (segunda-feira)
8h: Saída para Imbé
21h: Show Baile

22/02 (terça-feira)
Todo dia: Permanência em Imbé e Festa Gaúcha Campeira
14h: Palestra
16h: Oficina de ecoterapia
18h: Oficina de veterinária

23/02 (quarta-feira)
8h: Saída para Tramandaí
21h: Show artístico e baile

24/02 (quinta-feira)
8h: Saída para Cidreira – Terminal Turístico
21h: Show Baile

25/02 (sexta-feira)
8h: Saída para Balneário Pinhal
21h: Show Baile e entrega de troféus aos campeões de comportamento e diplomas

26/02 (sábado)
8h: Saída para Palmares do Sul (Balneário Dunas Altas)
13h30min: Chegada em Balneário Dunas Altas e encerramento da 27ª Cavalgada do Mar


Atrativos turísticos dos municípios

Em Torres, é possível
Tomar banho e surfar na Praia dos Molhes, Praia da Cal, Praia Grande, Prainha, Praia do Parque da Guarita e Praia da Itapeva, apreciar a belíssima vista do Morro do Farol, praticar rapel, escalada e voar de paraglider, fazer passeio de barco até a Ilha dos Lobos, pescar no Rio Mampituba, atravessar a Ponte Pencil e conhecer o município catarinense Passo de Torres, passear de barco até a Ilha dos Lobos para observar os lobos marinhos,voar de balão principalmente no Festival de Balonismo, passear de caiaque e de bicicleta e observar as tartarugas na Lagoa do Violão, passear de carruagem nas ruas do município, aproveitar os inúmeros bares, restaurantes, lanchonetes, sorveterias, creperias, pizzarias e pastelarias, conhecer o Parque Paraíso das Miniaturas onde tudo é cópia da vida passada - resgatando a história - ou atual e encanta e atiça o imaginário e a curiosidade de crianças e adultos. Muitos objetos são feitos de material reciclável.

Em Arroio do Sal, é possível
Fazer trilhas ecológicas no Parque Tupancy com duração de aproximadamente 30 minutos, podendo observar capivaras, ratão do banhado, tartarugas, marreca piadeira, galinhola, gambá, lebre, jaçanã, garça, biguá, socó, cisne-do-pescoço-preto, dentre outros, desfrutar da Fazenda Caramurú, conhecendo o museu de equoterapia, a tafona de farina, a doma racional, e as demonstrações da «vaca louca», da doma gaúcha, das provas de tambor e rédeas, visitar a Fazenda Matão, conhecendo o museu campeiro com peças centenárias e as demonstrações de laço, prova campeira, percorrendo as trilhas em meio a mata nativa, e saboreando o verdadeiro chimarrão servido em chaleira de ferro, conhecer a Fazenda Pousada da Lagoa, andando de jet ski, remo, moto náutica e lancha na Lagoa Itapeva.

Em Capão da Canoa, é possível
Aproveitar os 11 balneários, passar o dia nos parques aquáticos Marina Park e Fazenda Ácqua Lokos, visitar o Santuário Nossa Senhora do Trabalho, conhecer o Parque Náutico Lagoa dos Quadros que é composto pier, pista de motocross, área verde, cavalos e esportes náuticos, frequentar o CTG João Sobrinho que conta com um parque de rodeios e possui invernadas artísticas, caminhar, fazer esportes, assistir shows ou apenas descansar no calçadão à beira mar, saborear as delícias gastronômicas preparadas nos bares, restaurantes, lanchonetes, sorveterias e creperias, conhecer os condomínios fechados. e frequentar as casas noturnas.

Em Xangrilá, é possível
Descansar e fazer esportes nas inúmeras praças e parques, com destaque especial ao Parque Central recém reformado, visitar a colônia de pescadores na Barra do João Pedro, visitar o Moinho centenário que está em perfeito estado de funcionamento para moer a cana de açúcar, e beber o saboroso caldo de cana, conhecer o Grupo de Tradições e Cultura 20 de Setembro que possui invernadas artísticas e realiza diversos eventos no seu galpão, pescar na Plataforma Marítima, saborear as delícias gastronômicas preparadas nos bares, restaurantes, lanchonetes, sorveterias e creperias, frequentar as casas noturnas, participar do Planeta Atlântida, e conhecer os condomínios fechados.

Em Imbé, é possível
Pescar nos Moles da Barra, visitar o CECLIMAR que foi o 1° museu paleontológico da Região Sul do país com espécies marinhas, conhecer o Lago da Fonte composto por camping, playground, dentre outros, passear no Lago do Braço Morto com cardume de tainhas, praça e coreto, visitar a Casa do Artesão com exposição e venda de artefatos confeccionados pelos artesões locais, caminhar no calçadão e saborear as delícias gastronômicas dos diversos bares, restaurantes, lanchonetes, sorveterias e creperias, e frequentar as casas noturnas.

Em Tramandaí, é possível
Pescar na Plataforma Marítima, saborear os mais variados tipos de peixe, em especial a tainha, na Festa Nacional do Peixe realizada normalmente no inverno, visitar o Horto Florestal com trilhas ecológicas, observação de espécies de plantas e animais, visitar a Lagoa da Custódia composta por diversidade de espécies de peixes e aves, conhecer o Museu Abrilina Hoffmeiser que conta a história do município, desfrutar o museu de armas, as áreas de lazer e gastronomia do Parque Marechal Osório e acampar, frequentar as casas noturnas, e saborear as delícias gastronômicas preparadas nos bares, restaurantes, lanchonetes, sorveterias e creperias.

Em Cidreira, é possível
Jogar futebol no Estádio Municipal, participar de shows artísticos na Concha Acústica, e passear pelo calçadão que é composto por bares, restaurantes, lanchonetes, sorveterias e creperias.

Em Palmares do Sul, é possível
Visitar a Casa de Cultura com acervo histórico do município, conhecer as Lagoas do Cipó e do Casamento, vislumbrar as dunas da Praia do Quintão, e saborear as delícias gastronômicas preparadas nos bares, restaurantes, lanchonetes, sorveterias e creperias.






terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Noticias do Amigo PATRIQUE

Domingo dia 30 de janeiro, recebemos uma noticia pouco agradavel, o nosso amigo, parceiro de cavalgadas e companheiro do grupo artistico dos Macegueiros, de ser transportado para Porto Alegre com um problema de saúde. Patrique teve uma forte dor na região lombar e provavelmente terá de ser submetido a uma intervenção cirurgica. Vamos torcer e fazer uma corrente positiva para que o nosso parceiro esteja o mais breve possivel conosco em nossas cavalgadas e torneios de laço. Força Patrique os Macegueiros estão contigo.