terça-feira, 11 de maio de 2010

Gineteada na Festa da Cidade de Tres Cachoeiras





O Macegueiro e Ginete Ramiro Melo fez uma demonstração de suas habilidades para o grande público que prestigiou as provas no CTG Oscar Rodolfo. O aporreado é muito bom e o ginete melhor ainda. Parabens Ramiro, dessa forma ira se tornar num dos maiores ginetes do litoral.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Gineteada do Rodeio de Arroio do Sal 2010






O macegueiro Ramiro Mello, foi o grande vencedor da prova de gineteada do XX Rodeio Crioulo Nacional do muinicipio de Arroio do Sal. O Grupo de Cavalgadas Recanto dos Macegueiros com muito orgulho parabeniza o nosso parceiro pela brilhante conquista. Parabens Ramirinho, muito sucesso em todos os Rodeios.

Gineteadas

Gineteada
Conceito: a gineteada consiste em parar no lombo, montar em cavalo mau domado ou ainda não domesticado (xucro); incentivar o animal para corcovear; sustentar-se somente no tento e crina isso se a montaria for em crina enquanto o animal corcoveia; dar pinotes (a cavalgadura).
A gineteada é um esporte o qual existe à muito tempo.
Dentro de várias modalidades a mesma engloba alguma exigências variadas entre o ginete e o cavalo.
A gineteada é apenas uma demonstração da rude lida da doma gaúcha e da habilidade do peão campeiro (ginete).
Nos Rodeios Crioulos do Rio Grande do Sul/Uruguai/Argentina não se gineteia em touros, somente em Cavalos, pois o gaúcho campeiro/ o ginete o qual se faz presente em RODEIOS CRIOULOS, usam as competições como sendo representativas do modo de vida de nossos antepassados, por isso o nome “rodeio crioulo” (produzido pelo tradicionalismo gaúcho), por fim, a coragem, altivez e destemor do ginete gaúcho sul rio grandense que sempre demonstrou (e ainda demonstra) foi na doma de potros xucros, de cavalos,’ como uma mostra daquelas tradicionais lidas campeiras de seus
conterrâneos do interior.
” É fácil a missão de comandar homens livres: basta mostrar-lhes o caminho do dever”

Colaboração: Thaís Araújo.

Aporreado Conhaque:

Aporreado Conhaque: animal xucro de berço, mal domado, aquele o qual não se deixa domar.
Usado em rodeios crioulos, nas provas de gineteada, o Aporreado Conhaque conhecido por sua bravura, atualmente pertence à uma Tropilha [Tropilha da Fazenda da Floresta] situada em São Gabriel no Rio Grande do Sul. Conhaque tem sido a grande atração das provas de gineteadas de Rodeios Crioulos, Festas Campeiras e Encontros de Ginetes.
Esse aporreado Conhaque não é história nem lenda Vive coiceando perdiz lá nos campos da fazenda Não dá pra recorrer campo nem trazer canha da venda E o peão que nele monta do corpo faz a encomenda Lá na tropilha Floresta o Conhaque é respeitado Desafia os brasileiros e os paisanos do outro lado Em toda festa campeira o Conhaque é convidado E cartaz de Vacaria e até de outros estados O Conhaque foi nascido numa noite de tormenta Se perdeu da égua velha se criou só a placenta Palanque que não é forte esse aporreado arrebenta Larga fogo pelas patas e fumaça pelas ventas. Quando larga do palanque abre buraco no chão Se pega louco na volta com fúria de um furacão Dança tango em duas patas acena o povo com as mãos
Pesquisa: Thaís: Colaboradora do Projeto, ( Conhaque )
Conhaque: Fundador do projeto, Coordenador.
fonteComunidade: Aporreado Conhaque!
Um cavalo do Rio Grande!
Aporreado é o cavalo mal domado ou que não se deixa domar. Nas gineteadas gaúchas são usados amimais xucros como o afamado Aporreado Conhaque, pertencente, hoje, à Tropilha da Fazenda da Floresta, de São Gabriel-RS. Conhecido em toda a região Sul, Conhaque tem sido a grande atração das provas de gineteadas de Rodeios Crioulos, Festas Campeiras e Encontros de Ginetes. Como ele, os cavalos gaúchos continuam se portando como sempre o fizeram no passado: alguns mais xucros, outros menos caborteiros. Contudo, o mesmo não pode ser dito das indumentárias e dos estilos empregados pelos atuais ginetes brasileiros. Sabe-se que tradição é essencialmente continuidade, preservação. E a gineteada, além do seu caráter festivo, desafiador, é um evento campeiro que deve representar a antiga e tradicional arte de domar dos gaúchos campeiros sul-brasileiros, com mostra das suas reconhecidas habilidades no lombo de animais xucros. Ao contrário de hoje, com exceção da região limítrofe da Fronteira, os campeiros sul-rio-grandenses nunca utilizaram artefatos platinos para realizarem as suas árduas tarefas de amansar baguais. Mas hoje, por uma simples constatação visual, pode-se afirmar que os “gauchos” platinos continuam tipicamente “gauchos”, enquanto os gaúchos brasileiros estão cada vez mais perdendo a sua identidade ao absorverem usos e costumes de regiões que não são as suas e deixarem de preservar a tradição regional, terrúnea, vivenciada e construída por tantos qüeras e tauras: os antepassados do Povo Gaúcho do Sul do Brasil. Resta-nos, ainda, como o centro das atenções nas gineteadas brasileiras, cavalos aporreados como o Conhaque. Pelo menos continuamos a ter nos ambientes “tradicionalistas” a fibra e a raça do cavalo do Rio Grande – exaustivamente provadas na História Bélica Brasileira. Estas são características que continuam, por enquanto, sendo muito bem representadas por aporreados como esse Conhaque da Tropilha da Floresta. Os cavalos do Rio Grande continuam cumprindo bem as suas missões de divulgar e honrar a sua Terra e as autênticas Tradições Campeiras dos Gaúchos Brasileiros!
Pesquisa: Conhaque: Fundador do Projeto, Coordenador.
Fonte: site bombacha larga

domingo, 9 de maio de 2010

Gildinho prepara novo disco

Gildinho prepara novo disco
9 de maio de 2010
Depois do sucesso do primeiro disco solo, o líder dos Monarcas, Gildinho, está finalizando nos estúdios da ACIT a gravação do segundo CD, que terá 14 faixas, todas campeiras. O lançamento está previsto para agosto. Esse trabalho promete!

Postado por Giovani_Grizotti no Blogs Roda de Chimarrão às 11,54

sábado, 17 de abril de 2010

Guerra do Paraguai - Troféus de Guerra

Em discurso comemorativo aos 140 anos do fim da Guerra do Paraguai, o vice-presidente do país, Federico Franco, afirmou que a “cicatrização do povo paraguaio” só começará depois que o Brasil devolver um suposto arquivo militar e o canhão “Cristão”, hoje em exibição no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro.
“O meu país nunca vai cicatrizar a ferida da epopeia de 1865 a 1870 se o Brasil não devolver o arquivo militar que injustificadamente retém hoje, como também o canhão Cristão, que devem retornar ao Paraguai para que se inicie a cicatrização do nosso povo”, afirmou Franco.
O vice-presidente disse esperar “que essa mensagem chegue ao presidente Lula” para que a devolução seja feita “antes cedo do que tarde”. Para ele, é “incrível” que o Brasil ainda mantenha troféus da guerra.
Franco participou na condição de presidente em exercício de ato na cidade de Cerro Corá, onde o ditador paraguaio Francisco Solano López foi morto por tropas brasileiras, dando fim à guerra. O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, estava no Uruguai, por isso não se pronunciou.
Em exibição no Museu Histórico Nacional, o canhão Cristão recebeu esse nome porque foi construído a partir de sinos de igreja. A arma foi apreendida em fevereiro de 1868, quando o Brasil tomou a fortaleza de Humaitá, no rio Paraguai. Já um arquivo militar provavelmente não existe, garante o historiador Francisco Doratioto, autor do livro Maldita Guerra, um dos estudos mais importantes sobre o período.
Fonte: Jornal do Comércio

No pátio dos canhões no museu, ele se destaca. É uma arma de guerra de 12 toneladas. É "El cristiano". Em português, o cristão. O nome vem do material usado para fabricá-lo: o metal dos sinos das igrejas de Assunção, a capital paraguaia.

Foi a matéria-prima que nosso vizinho encontrou para tentar compensar a falta de armamento pesado no conflito que ficou conhecido como a Guerra do Paraguai. Entre 1864 e 1870, o país enfrentou sozinho Brasil, Argentina e Uruguai.

Segundo historiadores, durante dois anos o canhão ajudou a conter o avanço das tropas brasileiras sobre a capital paraguaia. Para entender por que, basta olhar a placa de aço de 10 centímetros de espessura que fazia parte de um dos navios da nossa Marinha. Ficaram algumas marcas do poder de fogo de “El cristiano”.

O canhão acabou sendo tomado por soldados numa batalha que foi decisiva na derrota paraguaia. Virou troféu de guerra, exposto no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro. E 140 anos depois do fim do conflito, “El cristiano” volta ao centro de uma nova batalha.

Depois de um pedido do governo paraguaio, o Brasil pode devolver o canhão aos verdadeiros donos. Historiadores e técnicos do próprio museu alegam que a peça faz parte de um acervo tombado e que mandá-lo de volta é uma afronta à memória de quem lutou na guerra.

“Nenhum país devolve seus troféus de guerra. Foi o sangue dos brasileiros que o cimentou no solo”, diz o historiador Milton Teixeira.

“Não resta dúvida que é um troféu de guerra. Se devemos manter troféus de guerra entre nações amigas, deve ser discutido”, aponta Carlos Fernando Andrade, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

O Paraguai também quer a devolução de outros troféus, como arquivos militares do país que estão no Brasil. Será que tantos conflitos de interesses vão deixar os envolvidos em pé de guerra?
Apesar dos protestos de técnicos e historiadores, o Ministério da Cultura confirmou que o "El cristiano" será devolvido para o Paraguai, mas ainda não há data para a devolução. O governo estuda uma forma legal de fazer essa transferência, já que é necessário o destombamento do canhão, que só pode ser feito pelo próprio presidente Lula. Até lá ainda deve ter muita discussão.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Macegueiros em noticias






Aniversário do Jonas Carreirinho e vitória do Juliano na prova de rédeas demonstrando habilidade nas lidas campeiras.

O Grupo de Cavalgadas Recanto dos Macegueiros não poderia deixar passa em branco o aniversário do Macegueiro Jonas Carreirinha ocorrido no ultimo sábado dia 10/04 e festejado no dia 10 na sede do CTG Oscar Rodolfo, na estrada do Guerreiro em Três Cachoeiras. A festa estava sensacional, carnes de porco, gado, aves e cabrito muito bem assadas pelo Macegueiro Divaldo e cerveja bem gelada e a vontade. Eu e o Antonio Chaikoviscki com as esposas, representamos e muito bem representamos os Macegueiros no evento.


Aproveitando a oportunidade, parabenizamos o Macegueiro Juliano, filho do Jonas, pela conquista do primeiro lugar na prova de rédeas guri no Rodeio Crioulo da cidade de Praia Grande. Jona e Juliano estarão no XX Rodeio Crioulo Nacional de Arroio do Sal participando das provas de laço e de rédeas. Vamos la gurizada, participando e levando no topo o nome dos Macegueiros

Programação do Rodeio Crioulo Nacional de Arroio do Sal


O Grupo de Cavalgadas Recanto dos Macegueiros sauda todos os participantes desta festa gaúcha o XX Rodeio Crioulo Nacional do CTG Rincão de Estância nessa hospitaleira cidade de Arroio do Sal.
Sejam benvindos.